sábado, 7 de abril de 2012

Almada Negreiros


José Sobral de Almada-Negreiros (1893-1970), grande expoente do modernismo português, foi considerado um dos mais importantes construtores da temática desse período. Ator, encenador, pintor, escritor... enfim, homem das artes! Ainda hoje é lembrado!

 
"Sonhei com um país onde todos chegavam a Mestres. Começava cada qual por fazer a caneta e o aparo com que se punha à escuta do universo; em seguida, fabricava desde a matéria-prima o papel onde ia assentando as confidências que recebia diretamente do universo; depois, descia até ao fundo dos rochedos por causa da tinta negra dos chocos: gravava letra por letra o tipo com que compunha as suas palavras; e arrancava da árvore a prensa onde apertava com segurança as descobertas para irem ter com os outros. Era assim que neste país todos chegavam Mestres. Era assim que os Mestres iam escrevendo as frases que hão-de salvar a humanidade.
Quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa - salvar a humanidade."
Excerto de uma obra de Almada Negreiros

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Dia Internacional do Livro Infantil


Comemora-se hoje o dia Internacional do Livro Infantil. Aqui ficam alguns títulos para os mais novos:
  • O ABC das Flores e dos Frutos de Rosa Lobato de Faria;
  • Teatro, Histórias e Rimas para as Crianças de Fernando Vale;
  • A Rainha Agadofe de Dorindo Carvalho;
E agora algumas iagens:
 
 Boas leituras!!!!

domingo, 1 de abril de 2012

Mário Viegas



Ator, encenador, declamador e... homem das artes! Morreu a 1 de abril de 1996. Do teatro ao cinema, passando pela TV, a sua grandeza foi aplaudiada por muitos que ainda hoje o recordam. Aqui fica uma pequena homenagem.

1 de abril - Dia das mentiras

Muito Tempo Há que a Mentira se Tem Posto em Pés de Verdade


«Muito tempo há que a mentira se tem posto em pés de verdade, ficando a verdade sem pés e com dobradas forças a mentira; e é força que, sustentando-se em pés alheios, ande no mundo a mentira muito de cavalo; e se houve filósofo que com uma tocha numa mão buscava na luz do meio-dia um sábio, hoje, por mais que se multipliquem luzes às do Sol, não se descobrirá um afecto verdadeiro. Buscava-se então a ciência com uma vela, hoje pode-se buscar a verdade com a candeia na mão, que apenas se acha nos últimos paroxismos da vida...»
Padre António Vieira, in "As Sete Propriedades da Alma"